
A República Democrática da Coreia, também conhecida como Coreia Popular, e Cuba Socialista desenvolveram relações para muito além das diplomáticas e comerciais. Prezaram um nível de fraternidade e proximidade relacionadas à estreita afinidade ideológica e uma história comum de países periféricos e dominados pelo imperialismo, tendo alcançado suas soberanias através de revoluções de libertação nacional que acabaram por construir sociedades socialistas.
Nas linhas que se seguem veremos, pontualmente, como Kim Il Sung e Fidel Castro, revolucionários e estadistas, foram fundamentais para a construção e consolidação dessa política de amizade. E de que maneira eles também ensejaram diversas reflexões sobre como seus países, aliados da URSS e do bloco socialista, poderiam construir o socialismo a partir da condição de subdesenvolvimento e permanente cerco do imperialismo.
Kim e Fidel e as Revoluções em Coreia e Cuba
As revoluções são resultantes de todo um processo complexo de interação entre as condições objetivas e subjetivas em determinado contexto histórico. A direção política coletiva e as lideranças são formadas como resultantes de todo processo real contraditório e complexo, mas ao mesmo tempo incidem nele de forma decisiva. A liderança revolucionária distingue-se por sua capacidade de ler as contradições da realidade, sendo simultaneamente ampla e radical, identificando o inimigo principal, incorporando forças aliadas, elegendo a mais correta forma de luta e, acima de tudo, traduzindo pedagogicamente toda esse quadro para as massas populares, indicando as linhas fundamentais de ação na luta contra a ordem vigente.
Quando essa interação dialética ocorre, as revoluções passam a ter grandes chances de serem vitoriosas, fazendo essas lideranças confundirem-se com elas. É o caso, sem dúvida, de Kim Il Sung e Fidel Castro – nascidos respectivamente em 1912 e 1926- o primeiro de família humilde, o último filho de um grande proprietário de terra, ambos, desde muito jovens, percebendo o domínio econômico e político dos seus países, de forma direta ou indireta, pelo imperialismo.
A Coreia sofria a presença militar japonesa desde 1910, que reduzia o país a uma colônia e humilhava cotidianamente seu povo e sua cultura visando a perda completa de identidade e sua total submissão; já Cuba era uma república independente, porém com todo seu desenvolvimento econômico e vida política altamente vinculadas e influenciadas pelas necessidades e desejos dos EUA. A marca da Emenda Platt à constituição da ilha até 1933 – que autorizava a entrada dos marines quando o governo estadunidense achasse necessário – e o aprofundamento da dependência comercial durante a “política de boa vizinhança” dos EUA, além de uma base militar no extremo leste do país, apenas confirmavam sua condição de república neocolonial.
A busca da libertação nacional claramente vinculada ao anti-imperialismo, um traço comum dos dois processos, ainda que com peculiaridades, tornou-se uma bandeira e um objetivo estratégico capaz de unificar os mais diversos grupos sociais. Convencidos de ser esse o mote fundamental da luta, coube a Kim e Fidel estabelecerem que instrumentos e qual forma de luta seriam fundamentais para conquistar a soberania real de seus países. Assim, encontramos mais semelhanças entre os dois líderes revolucionários.
A revolução socialista de outubro de 1917 foi um marco para os trabalhadores na superação do capitalismo, organizando os revolucionários Bolcheviques e, dois anos depois, a Internacional Comunista, que colocou em evidência as lutas dos trabalhadores nos países colônias e semicoloniais fora da Europa, incentivando a formação de vários partidos comunistas em todo o mundo que buscavam, de forma íntegra e sincera, estarem presentes na luta de seus povos, ao mesmo tempo que defendiam o internacionalismo proletário e a URSS.
Porém, o sectarismo, o divisionismo, a perseguição que sofriam simplesmente por se apresentarem como comunistas e, principalmente, os erros de leitura da própria realidade resultante de um dogmatismo teórico que se refletia na prática política, fizeram com que Kim e Fidel trilhassem outros caminhos, não se filiando aos partidos comunistas de seus países, ainda que elaborassem suas análises através do marxismo e estivessem muito distantes do antissovietismo. Aí começa o desenvolvimento do marxismo-leninismo à luz das realidades coreana e cubana.
Em função de todos esses fatores e intensas mobilizações sociais exigindo a construção de outras formas de organização para que a luta alcançasse todo seu potencial, é que Kim, em 1926, na época com catorze anos e percebendo a limitação político prática do partido comunista, funda a União para Derrotar o Imperialismo (UDI). Já o advogado Fidel Castro, que passara pelo movimento estudantil, revelara seu nacionalismo e participara de manifestações anti-imperialistas, fez parte da juventude do chamado Partido Ortodoxo.
Fidel Castro estava presente na capital da colombia, em um Congresso Estudantil, quando explodiu o Bogotazo em 1948 e fez parte de uma expedição frustrada para derrubar o ditador Trujillo, da República Dominicana. Segundo seus próprios depoimentos posteriores, Fidel não se filiou ao Partido Comunista em Cuba (PSP) porque o sentimento anticomunista era muito forte e alguns posicionamentos mostravam táticas e formas de luta pouco criativas, muito presas a algumas experiências do movimento comunista internacional, sem apego à realidade cubana.
A luta armada foi outro ponto comum apontada pelos dois revolucionários como o único caminho possível de combate e derrota das forças políticas ligadas ao imperialismo. Para construção dessa proposta era necessário a formação de uma vanguarda bem estruturada, unificada e ativa, que formava um “pequeno motor” capaz de fomentar, alimentar e canalizar as lutas, rompendo com uma atuação excessivamente pacifista e até contemplativa de outras formas de oposição que pareciam esperar pacientemente uma “crise inevitável” dos governos ligados à dominação imperialista.
Importante salientar que a forma de luta armada e a ênfase nas ações da vanguarda não redundavam em uma atitude sectária, porque tanto a luta contra os japoneses pelo Exército Popular e Revolucionário da Coréia, vitorioso em 1945, como o Movimento 26 de julho, direção fundamental do processo revolucionário cubano, trabalharam de forma armada, incorporando grupos políticos e sociais diversos, que organizavam também outras formas de luta e mantinham algumas divergências ideológicas. Contudo, todos estavam firmes e unidos na luta pelo fim do domínio imperialista e, no caso de Cuba, pelo fim da ditadura de Batista, aliada dos EUA e derrubada em janeiro de 1959.
Kim e Fidel mostraram que o marxismo leninismo não é um dogma, e que só através de interpretações criativas baseadas nas realidades de cada país, unindo o que é geral ao que é particular em cada situação histórica, puderam levar à vitória movimentos de libertação nacional anti-imperialistas. Ambas as lideranças revolucionárias foram fruto de todo um processo de luta anterior e do contexto que viveram, mas sem dúvida a capacidade demostrada foram singulares, determinantes para a vitória, a ponto de ser impossível analisar essas revoluções sem mencioná-los.
Os dois líderes aprofundaram suas relações como revolucionários e, como estadistas, estreitaram relações entre os países. Foi diante dos novos desafios de construção do socialismo nas condições de atraso e questões do movimento comunista mundial que se aproximaram e mantiveram algumas nuances de interpretações como veremos a seguir.
Kim e Fidel diante do socialismo e da URSS
As revoluções coreana e cubana tiveram um caráter nacional, democrático, anti-imperialista e clara hegemonia proletária popular que foi sendo sedimentada na luta, gerando condições para o desenvolvimento do socialismo. Não podemos esquecer que, em função do enfrentamento armado – no caso da Coreia por um período mais longo no combate à ocupação militar japonesa – tanto o Exército Revolucionário Popular da Coreia quanto o Exército Rebelde em Cuba tiveram um inegável protagonismo político, impedindo que os setores mais conservadores e reacionários pudessem restaurar a velha ordem neste difícil período não linear entre a etapa democrática e a etapa socialista, muitas vezes interrompido e até revertido por completo, se lembramos outras experiências históricos sociais.
Dentre as medidas de cunho democrático popular, comuns às revoluções coreana e cubana, destacamos a reforma agrária, as nacionalizações e diversas reivindicações laborais históricas que simbolizavam a necessidade de justiça social e ampliavam o apoio e incorporação do povo trabalhador, elementos fundamentais para o posterior avanço socialista. Se o contexto histórico geográfico permitiu uma passagem menos traumática do socialismo coreano – apesar da existência, ao sul do paralelo 38, de uma república capitalista controlada por setores ultrarreacionários que contavam e ainda contam com a presença de milhares de soldados dos EUA – o mesmo não se pode dizer sobre Cuba.
Na ilha, o processo radicalizou-se com as primeiras ações dos revolucionários no governo ao ferirem o imperialismo e setores da burguesia mais ligados aos EUA, que buscavam derrotar a revolução das mais diversas formas, chegando a patrocinar uma invasão armada, quando foi confirmado o caráter socialista da revolução, e um duro bloqueio econômico que se estende até hoje. Essa radicalização das lutas de classes – presente nessas sociedades e atingindo o interior das organizações dirigentes – tornou a libertação nacional, o anti-imperialismo e o socialismo cada vez mais interligados.
Em Cuba, quase em paralelo a aplicação das medidas econômicas, houve um processo de unificação dos grupos políticos que dirigiram a revolução a partir de várias etapas, gerando um novo Partido Comunista Cubano em 1965. Tal processo ocorreu com algum grau de tensão, pois existiam diferenças oriundas de trajetórias políticas e visões diversas acerca da formação, do papel político e da afirmação dirigente de um só partido de vanguarda.
Tanto a Coreia Popular como Cuba passam a ter como pontos comuns a busca do socialismo como alternativa para a superação do atraso, buscando um desenvolvimento das forças produtivas com justiça social e incorporação dos trabalhadores à gestão da sociedade. A base para alcançar esses objetivos, nos dois países, deu-se a partir de economias planificadas e Estados Socialistas com uma presença expressiva na economia, além de uma esfera política onde se destacavam as organizações de massa e o partido dirigente de vanguarda. No entanto, é preciso salientar que na Coreia não foi formado um sistema político com um só partido como em Cuba.
Em um contexto de atraso e ameaça permanente do imperialismo, o processo de desenvolvimento do socialismo nesses dois países foi obrigado a lidar com questões centrais: as relações com o bloco socialista, que ganhavam uma complexidade maior com o chamado revisionismo de Krustchiov no movimento comunista; as disputas entre China e URSS; além da forma de desenvolvimento do socialismo frente a questões tão complexas como a presença do mercado, sua relação com o planejamento centralizado e os tipos de incentivos moral e material para a elevação da produtividade.
Vamos lembrar que Kim e Fidel estiveram à frente de revoluções de libertação nacional, portando portadoras de uma defesa inconteste da soberania real de seus países, associadas ao anti-imperialismo e, posteriormente, de forma mais definida, ao internacionalismo proletário. O estabelecimento de relações diplomáticas, políticas e principalmente comerciais diferenciadas com os países socialistas, se comparadas às relações com os países capitalistas, era, sem esquecer a questão ideológica, fundamental para a sobrevivência e desenvolvimento desses países e a manutenção de sua rota socialista a partir de uma base material precária.
Essa vinculação, porém, não poderia ferir algo tão caro aos dois países e conquistada como muito sacrifico: a soberania e autonomia política. Um dos componentes da chamada Ideia Juche, doutrina que passou a nortear o desenvolvimento da Coreia Popular, defendia a real soberania do país, através das suas próprias capacidades, o que destaca a habilidade de Kim Il Sung de transitar bem entre as relações com China e URSS, ainda que mantivesse posições próprias e críticas nos debates do movimento comunista internacional, a ponto de não ser um membro efetivo do Came- o bloco econômico que reunia países socialistas tendo como destaque a URSS.
Isso se deu justamente por Kim Il Sung não aceitar o critério de relacionamento comercial entre os países membros baseados na especialidade produtiva. Kim não assumia um lado na ampla disputa entre China e URSS, tendo relações com ambos os países, valorizando a necessária unidade do movimento comunista. Contudo, não deixava de fazer críticas, diretas ou mediadas, às reformas econômicas e políticas iniciadas por Krustchiov e ao caminho seguido pela URSS – sempre elogiando Stalin. Da mesma forma, mais tarde, mostrou reservas à aproximação da China com os EUA e às reformas chinesas que davam espaço crescente ao mercado no socialismo.
Fidel, diferente de Kim, não se ocupou com o debate teórico no campo marxista sobre o revisionismo soviético e sempre apresentou críticas duras a Stalin, ainda que reconhecesse o contexto difícil de sua época e o cerco imperialista à experiência soviética desde sua fundação URSS. Por outro lado, em que pese às críticas às posturas de Mao e à vinculação muito estreita da ilha com a URSS, que passa a integrar o Came em 1972, foram vários os momentos em que o governo cubano e sua liderança exerceram e preservaram sua autonomia política. A exemplo, temos as críticas feitas por Che às reformas do socialismo nos países eurosocialistas, assim como o incentivo dele às lutas revolucionárias de forma armada e guerrilheira, em todos os continentes, o que não contava com muita simpatia de Moscou.
Mesmo quando Fidel e Kim apoiaram a intervenção soviética na Tchecoslováquia em 1968, com base na coesão do bloco socialista, algo que feria aparentemente a defesa da soberania nacional tão valorizada por ambas as revoluções, Fidel não deixou de fazer duras críticas às reformas de mercado naquele país que pavimentariam a volta ao capitalismo. Tais transformações, na verdade, tinham clara inspiração nas reformas que vinham sendo aplicadas na URSS desde a ascensão de Krustchiov.
Eram situações complexas e delicadas. Por isso, os discursos, as colocações e as ações dos líderes de Cuba e Coreia buscavam conciliar o pragmatismo de países cercados, sem jamais abandonar os princípios das revoluções que lideraram e do socialismo. Algo complexo e que nem sempre foi alcançado. Quais eram, portanto, da parte dessas duas lideranças históricas, as bases fundamentais de suas críticas ao modelo hegemônico de socialismo do século XX?
Kim e Fidel, tendo em comum o anti-imperialismo e o combate à política dos EUA como centro das ações e relacionadas aos seus princípios revolucionários, buscavam também entender e planejar a construção do socialismo em seus países. Como marxista-leninistas, evidentemente, apontavam a necessidade do desenvolvimento das forças produtivas para uma socialização progressiva e efetiva, através da industrialização. Che, por exemplo, em sua primeira visita à Coreia em 1960, ficou impressionado com os resultados alcançados pelo país asiático.
No entanto, ambos enfatizavam o primado da política e da ideologia nessa construção, chamando atenção que o desenvolvimento material não poderia estar apartado das novas relações sociais e da construção do homem novo. Trata-se de um entendimento e uma atitude radicalmente diferentes em relação ao mundo. Para eles, a ação do sujeito coletivo revolucionário, movido pela consciência socialista, rompendo as fronteiras do possível, seria fundamental na construção da nova sociedade.
O desenvolvimento econômico, nesse sentido, mesmo fundamental, não garantiria isso de forma automática. Portanto, existe a necessidade da batalha ideológica permanente. Ou seja, a primazia dos incentivos morais frente aos materiais e a participação dos trabalhadores com sua incorporação às decisões políticas e administrativas desde seu local de trabalho. Essas e outras iniciativas seriam algumas das alavancas fundamentais para o avanço material e a construção de novas relações sociais superiores, no que foi resumido na frase de Fidel: “Construir riqueza com consciência, não consciência com riqueza”.
A economia planificada e as formas coletivas de produção de propriedade teriam uma presença crescente nesse processo, com a limitação progressiva do mercado e da economia privada, até que fosse possível a superação dessas duas formas econômicas relacionadas, para ele, à sociedade capitalista. Essa era a visão cubana à época da visita de Raul Castro e o presidente Dorticós à Coreia, em 1966.
Nesse período, a ilha buscava a construção de um modelo próprio de socialismo, após intensos debates envolvendo as formas de organização econômica do socialismo, no qual participaram Che, diversos cubanos como Carlos Rafael Rodriguez e quadros marxistas como Charles Betelheim e Ernest Mandel. Ao levar em conta as condições concretas de Cuba na época, chegou-se à conclusão que o processo de industrialização da Ilha teria de ser diferente do coreano. Portanto, bem mais lento se comparado às primeiras intenções dos revolucionários que visavam superar uma economia dependente e atrasada que girava em torno da monocultura do açúcar.
Porém, a Ofensiva Revolucionária em Cuba em 1968 praticamente terminou com a esfera privada de produção e comércio nas cidades cubanas, seguindo a linha de superação acelerada do mercado e da propriedade privada. Por diversas limitações estruturais, erros administrativos, sem contar uma boa dose de idealismo, Cuba acabou reproduzindo nos anos 1970 uma estrutura econômica e política socialista muito próxima à desenvolvida na URSS, ainda que continuesse a ressaltar de forma enfática o papel da ideologia, da consciência e dos valores revolucionários no socialismo.
A visita de Fidel à Coreia Popular em 1986 ocorreu em um contexto de ameaças diversas dos EUA, através do governo Reagan e de algumas mudanças no mundo socialista. A China se reaproximara dos EUA e iniciara um processo de reformas em 1978, dando cada vez mais espaço ao mercado e a propriedade privada. A URSS, através dos primeiros desenhos da Perestroika, procurava um caminho parecido, provocando dúvidas e polêmicas entre os marxistas e revolucionários.
Todo esse quadro internacional pressionava Cuba e Coreia a trilharem esse caminho das duas grandes potências do mundo socialista. Novamente, os já lendários revolucionários debruçaram-se na tentativa de construir uma política condizente com o momento. Os dois líderes reforçaram a necessidade da unidade dos países do chamado Terceiro Mundo na luta contra o subdesenvolvimento e, seguindo a linha do Che, demonstraram não confiar “ni un tantico así” no imperialismo comando pelos EUA.
A amizade entre Cuba e Coreia era aprofundada com a relação fraterna e respeitosa das suas lideranças históricas, ao mesmo tempo que ambos os países, aceitaram um discreto crescimento do mercado e investimentos estrangeiros na forma de associação com o Estado – as chamadas join ventures. Porém, sem abandonar os princípios revolucionários e o rumo comunista. Por isso, tiveram posicionamentos respeitosos, mas críticos às reformas soviéticas, contrastando com a corrente predominante da época.
Essas medidas eram entendidas por Kim e Fidel como uma concessão, um recuo provisório, que deveria ser bem conduzido, impedindo a vitória das relações e forças que representavam o capitalismo e a contrarrevolução externa e interna sobre o socialismo. Em 2018, o presidente cubano Diaz Canel é recebido em Pyongyang por Kim Jong Un.
Ambos não deixaram de seguir as bases das lições desenvolvidas anteriormente pelas figuras históricas de Fidel e Kim: a crítica contundente ao imperialismo e a unidade e fraternidade entre camaradas, almejando a defesa dos princípios revolucionários e comunistas. Tais fundamentos são inegociáveis na busca de uma sociedade contraria à lógica do capital. Viva a eterna amizade entre a Coreia Popular e Cuba! Viva o Socialismo!
Bibliografia Consultada
CASTRO, Fidel. “ El Pensamiento de Fidel Castro, Discursos Escogidos – La Habana- Editora Ciencias Sociales, 1986.
GUEVARA, Ernesto. Obras Completas. La Habana, Editora Ciencia Sociales, 1986.
VICENTINI Paulo. A Revolução Coreana, Editora Unesp 2016.
SUNG, Kim Il. Memorias no Transcurso do Século, Volume 1Editora Alfa Omega 2012
IDEM. Teoria da Construção do Socialismo, Editora Martins Fontes, 1968.
Bibliografia Consultada na Internet
https://www.novacultura.info/post/2024/03/27/che-guevara-e-sua-viagem-a-coreia-popular
https://www.novacultura.info/post/2025/11/05/discurso-de-fidel-castro-em-Pyogyang https://www.marxists.org/portugues/kim_il_sung/1967/05/25.htm
Cuba e Coreia do Norte: 60 anos de uma relação soberana e digna
