Na língua portuguesa, o nome Zumbi significa alma que vagueia a horas mortas, ou fantasma de animal morto, ou tem o sentido último de ser o título do chefe de um quilombo, zambi. Estranho, não? Ou melhor, faz um sentido histórico, porque alma de assombração ou fantasma de animal morto lembra mais uma vingança à... Continuar Lendo →
“A bandeira do Brasil”, por Urariano Mota
Neste 19 de novembro, devíamos comemorar o dia da bandeira nacional. Devíamos, devemos ou deveremos? “Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil. Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil!” Assim canta o hino à bandeira. Mas amor não é dever. Não é sentimento compulsório. Nestes dias de fome e angústia... Continuar Lendo →
“Marília Mendonça e o ideal de beleza feminina”, por Urariano Mota
Em conversa hoje lembrei das diferentes exigências de beleza para homens e mulheres. A partir de exemplos de atores e atrizes do cinema, pude ver que para os homens exige-se certo glamour romântico, que vem do papel representado, nunca do seu tipo físico. Então lembrei do feio Humphrey Bogart, galã em Casablanca. Para as atrizes o... Continuar Lendo →
“Marighella, o filme”, por Urariano Mota
Em 2014, no Recife, tive a honra de participar com Mário Magalhães de um debate sobre “literatura de guerrilha”. Naquele dia, tivemos a mediação do jornalista Inácio França. Eu consegui falar sobre ”Soledad no Recife”, enquanto Mário, sobre “Marighella: o guerrilheiro que incendiou o mudo”. Na ocasião, todos pudemos ver o talento e honestidade de... Continuar Lendo →
“Doença mental sob o desgoverno Bolsonaro”, por Urariano Mota
No momento em que escrevo, percebo mais uma trágica semelhança entre o golpe militar de 1964 e o fascismo em 2021 da presidência do Brasil. Eu me refiro ao desequilíbrio mental em brasileiros dignos, estudiosos, necessários para o desenvolvimento econômico e cultural em nosso país. De modo mais preciso, há uma relação direta entre Bolsonaro e... Continuar Lendo →
“Fome per capita do Brasil e Swift”, por Urariano Mota
O estímulo para esta coluna veio da notícia da Folha de São Paulo, “Produção de comida per capita sobe no país, mas fome avança mesmo na fartura”. Parece mais um dos paradoxos sociais que a matemática não explica. Ora, se temos mais comida no país, o natural seria menos fome para o povo. Mas a... Continuar Lendo →
