É com um grito, um estribilho quase impronunciável, que “Amadeus” de Miloš Forman inicia. A paisagem invernal e um sombrio acorde inauguram a cena – e o filme. Entendemos, aqui e ali, palavras soltas, desconexas: “Mozart, Mozart, perdoe o seu assassino“. Este maravilhoso introito diante de nós e, assustados, constatamos que em apenas um minuto... Continuar Lendo →
