
De 8 a 16 de março de 2025, com entrada gratuita, o Coletivo Pedra Rubra (@coletivopedrarubra ) promove uma programação especial de teatro intitulada “Pedra Rubra Chama”. O circuito vai percorrer diversos locais da Zona Sul da cidade de São Paulo, com apresentações de diversos espetáculos com foco na valorização do protagonismo feminino, buscando refletir sobre questões de gênero, classe, identidade e resistência social.
Neste 8 de março, sábado, às 18h, com entrada gratuita, o Núcleo Toada apresenta o espetáculo musical “Pagu – Anjo Incorruptível” na Sede do Coletivo Pedra Rubra. Na segunda-feira, dia 10 de março, às 8h30, é a vez do Coletivo As Trapeiras apresentar “Tramarias: Libertando-se das tramas”, na SOBEI – CEI Montanaro, no Jardim Regis. No dia 13 de março, quinta-feira, às 15h, o grupo Madeirite Rosa apresenta “A Luta” na EMEF Dr. Miguel Vieira Ferreira, na Cidade Dutra.
Já na sexta-feira, dia 14 de março, às 20h, a Coletiva Palabreria apresenta “Garotas Mortas”, no CEU Cidade Dutra. No sábado, dia 15 de março, às 15h, o grupo Rainhas do Radiador apresenta “A Andarilha”, na Praça Geraldo Sylvestre Pacheco. E encerrando a programação, no dia 16 de março, domingo, às 16h, o grupo Essa Gente Que apresenta “Essa Gente Que Menstrua”, no Centro Cultural Grajaú, no Parque América.
O circuito promovido pelo Coletivo Pedra Rubra reúne uma série de espetáculos que exploram, de forma criativa e impactante, temas relevantes para a sociedade contemporânea. Seja por meio de comédias, dramas ou performances poéticas, a programação visa gerar discussões e ampliar o olhar do público sobre questões de resistência, opressão, identidade e as múltiplas formas de expressão artística.
As ações fazem parte do projeto “Mulheres do Corre – Das Lutas Inglórias Nasce o Sol de Todo Dia” do Coletivo Pedra Rubra, contemplado na 42ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a cidade de São Paulo – Secretaria Municipal de Cultura, com o qual o grupo celebra dez anos. O projeto reflete sobre as “mulheres do corre“, a partir da pergunta: “O que é ser mulher na periferia hoje?“.
Ele destaca as mulheres que vivem à margem, enfrentando desafios como trabalho, cuidados com a casa e filhos, enquanto resistem à discriminação. O objetivo é dar visibilidade às suas histórias, afastando-se de referências eurocêntricas para aprofundar o olhar sobre a realidade das mulheres periféricas.

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