Global Times: “nenhuma das previsões apocalípticas de Soros sobre o mercado financeiro chinês mostrou-se precisa “

O investidor bilionário George Soros, que é desprezado por muitos ao redor do mundo por desencadear e lucrar com crises, iniciou uma nova campanha contra a economia da China em razão das recentes ações regulatórias do país. Mas, como seus repetidos fracassos e perdas massivas em apostas contra a segunda maior economia do mundo, a... Continuar Lendo →

Espaço Rasgo está com inscrições abertas para o curso”Horror Italiano – a tradição gótica na literatura italiana”

Estão abertas as inscrições para o curso de "Horror Italiano - a tradição gótica na literatura italiana", do Espaço Rasgo em parceria com Julia Lobão, professora, licenciada em letras, mestre em literatura italiana pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é doutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Letras Neolatinas, desenvolvendo uma pesquisa acerca dos... Continuar Lendo →

“Meu nome é Bagdá”: longa premiado sobre garotas skatistas estreia no Rio, SP e França

Lançado mundialmente no prestigioso Festival de Berlim de 2020, onde conquistou o prêmio de melhor filme da mostra Generation 14plus, “Meu Nome é Bagdá” chega em setembro a salas comerciais brasileiras e francesas. O filme é protagonizado por garotas skatistas de rua da periferia da cidade de São Paulo. O longa-metragem estreia em 16 de setembro em... Continuar Lendo →

“A arte surge naturalmente como forma curativa e de resistência”, JFBrittes, artista plástico e autor da exposição “Enquanto o Mundo Cai”

João Francisco Brittes, JFBrittes, é um artista plástico que faz da colaboração e conexão artísticas uma força motriz para o seu trabalho. As artes cênicas, o cinema, a dança contemporânea, as performances e, em especial, o Butô (dança japonesa criada dos escombros da Segunda Guerra Mundial) são suas fontes de inspiração. JFBrittes  nasceu na cidade... Continuar Lendo →

Dica Intertelas: documentário “Herança Russa” – as origens do violão de sete cordas

Conforme noticia o boletim informativo da Embaixada do Brasil em Moscou, há quem afirme que músicos russos andarilhos eram vistos nas ruas do centro do Rio de Janeiro, por volta do início do século XX, executando peças cativantes em um violão diferente, com sete cordas, e curvas mais acentuadas, ligeiramente distintas da tradicional guitarra clássica... Continuar Lendo →

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